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Breve Histórico do Cinema Paranaense

Alvetti (2005), no artigo “Cinema do Paraná - elementos para uma história”, aponta cinco fases para produção audiovisual no Paraná. Cada época do cinema paranaense, como denomina a autora, abrange fatos importantes da sua história, como as primeiras exibições cinematográficas.

Fases da Produção Audiovisual no Paraná

1ª Época 1897~1930

Período que compreende as primeiras exibições rudimentares cinematográficas em Curitiba, as primeiras filmagens com Anníbal Requião até a realização de “Pátria Redimida”, de João Baptista Groff, o mais importante filme do cinema paranaense antigo.

2ª Época 1931~1968

Essa segunda fase é marcada por forte interferência governamental, com os cinejornais estatais. Produção do filme “Os índios Xetás na serra dos dourados”, por Wladimir Kosak e, no final da década de 60, o primeiro longa-metragem com Sylvio Back, “Lance Maior”.

3ª Época 1969~1991

Marcada pela produção alternativa, o movimento superoitista e depois a entrada do vídeo. O barateamento dos custos e a facilidade de manuseio fez com que aumentasse o número de produções em todo o Estado.

4ª Época 1992~2002

Em 1992 foi criada a Associação de Cinema e Vídeo de Curitiba (Avec). No contexto nacional, esse período é chamado de retomada do cinema brasileiro, com o filme “Cidade de Deus” como divisor de águas. E no Paraná, é apontado o documentário de Fernando Severo, “Visionários”. O Paraná começa a produzir com as novas leis de incentivo. A Lei de Incentivo ao Audiovisual (1993), a Lei Rouanet e a Lei Municipal de Incentivo à Cultural de Curitiba.

5ª Época 2003~

Entrada do cinema digital. Aumento de curtas-metragens de enredo do que documentários e vários longas-metragens estão sendo realizados.

A partir das fases apontadas por Alvetti, relatamos as épocas com o ponto de vista de outros pesquisadores, como Francisco Alves Santos, Gisele Maria Lozza Carvalho, Wânia Savazzi, Patrícia Maria Meirelles Nasser e Solange Stecz.

A Primeira Época 1897~1930

As primeiras exibições rudimentares cinematográficas pré-Lumière no Paraná aconteceram em Curitiba em 25 de agosto de 1897, no antigo Teatro Hauer 1. Já com o cinematógrafo 2, a estréia foi em 9 de outubro de 1897, no mesmo espaço, pela Companhia de Variedades do Theatro Lucinda, do Rio de Janeiro. (Santos, 2005). As companhias de variedades itinerantes eram uma das poucas diversões públicas do final do século XIX. Portanto, os moradores de Curitiba viram cinema apenas dois anos após a apresentação dos irmãos Lumière 3, em Paris. (Alvetti, 1988).

Segundo Carvalho, Savazzi e Nasser (1988), o cinematógrafo era usado como complemento de espetáculos teatrais, de ilusionismo e outros tipos de variedades. As companhias começaram a se dedicar somente à exibição do cinematógrafo em 1900. 

As primeiras filmagens no Paraná eram produzidas por cineastas estrangeiros, vindos com as companhias de variedades, e abordavam o cotidiano, paradas militares, comemorações cívicas, a natureza exuberante das Cataratas de Foz do Iguaçu e até a Estrada de Ferro Curitiba-Paranaguá. (Santos, 2005).

O jornal A Republica 4 apresenta em 1902, na página dois, a primeira crítica sobre o conteúdo de um filme produzido no Estado. Até então as notas se restringiam a tratar da qualidade das projeções. (Stecz, 1976)

Curitiba assistiu o primeiro filme brasileiro, ou cenas registradas no Brasil, em 1903. Já o cinema paranaense entra em cena, com cineastas locais, apenas em 1907. Anníbal Requião (1875-1929) foi o pioneiro a produzir localmente com o registro do desfile comemorativo ao aniversário da República no dia 15 de novembro daquele ano. (Stecz, 1976).

Anníbal Requião produziu cerca de 300 filmes, e quase todos os filmes foram encaminhados para a Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Neste espaço se pretendia fazer uma reconstituição histórica do Brasil do período de 1911 a 1955. Entretanto, um incêndio, em 1957, destruiu todo o acervo da referida instituição. (Karam e Stecz, 1980). Em Curitiba, a Cinemateca do Museu Guido Viaro encontrou e recuperou dois filmes do primeiro cineasta curitibano: Pannorama de Curityba, que se estima ser de 1912 ou antes, e Carnaval em Curityba, do final da década de 10, ou início da década de 20. (Stecz, 1976).

Portanto, quase nada resta da obra de Requião. Para Karam e Stecz (1980), a família de Requião não deu muita importância ao seu trabalho, não soube reconhecer quão importante ele era, e por isso não teve interesse de preservar sua obra.

Os filmes de Annibal Requião faziam muito sucesso, em termos de cinema paranaense. Os temas, sempre locais, giravam em torno de assuntos diários como o cotidiano da cidade, inaugurações, funerais de pessoas célebres, quermesses. O filme de maior sucesso foi A viagem a serra, que foi reprisado várias vezes em Curitiba. (Carvalho, Savazzi e Nasser, 1988)

Seu sucessor, João Baptista Groff (1897-1970) dá continuidade às filmagens. Groff iniciou sua carreira de cineasta nos meados dos anos de 1920 com registros de paisagens e cidades do litoral do Paraná, as Cataratas e a extinta Sete Quedas, em Guaíra. (Santos, 2005).

Sylvio Back (1967) relata que as filmagens de Groff nas Cataratas do Iguaçu deslumbraram os americanos, que, prontamente compraram cópia das imagens e as inseriram no filme chamado Maravilhas da Natureza. Segundo Back, os americanos quase convenceram o cineasta a se mudar para Hollywood, com promessas de carreira promissora como cinematografista.

O principal expoente do cinema mudo paranaense é seu filme intitulado Pátria Redimida e teve grande impacto na carreira de Groff. Assim como os outros de sua época, Groff fazia apenas documentários sobre a natureza e sua beleza natural, entretanto passou a registrar acontecimentos políticos, o que lhe trouxe problemas mais tarde. (Alvetti e Kano, 1980) 

O documentário Pátria Redimida mostra os combates da Revolução de Trinta. Alvetti argumenta que o gênero é relevante para a história do cinema do Estado “por seu realismo, pela proposta e pelo uso de recursos como a animação e procedimentos jornalísticos, como imagens e entrevistas com os combatentes”. (ALVETTI, 2005:05)

Em 1942 sob ameaça de ser preso por ser considerado simpatizante do Eixo, Groff abandonou as filmagens. Faleceu nos anos 70, e, assim como Requião, perdeu quase todos seus filmes num incêndio em seu acervo particular. (Alvetti e Kano, 1980).

Outro pioneiro é José Cleto (1901 – 1972). O seu documentário Nossa Terra (1928) mostra imagens de Porto União, cidade natal do cinegrafista. (Santos, 2005).

De acordo com Caio Cesaro (2001), Londrina, no norte do Paraná, também teve seu documentarista: Hikoma Udihara (1882 – 1972), imigrante japonês que fez registros importantes da região, mostrando as plantações de café, as cidades. Entre alguns registros de Udihara, estão Panorama de Londrina (1935) e Mandaguari (1938).

Nesta primeira época, também  é preciso destacar Arthur Rogge. Industrial em Curitiba, ele morou no ano de 1927 em Hollywood, nos Estados Unidos. (Back, 1967). Lá, fez o primeiro longa-metragem paranaense Hollywood Studios.

Apesar de ter sido filmado em Los Angeles, foi finalizado nos laboratórios da Rogge Produções, em Curitiba. Rogge também foi o primeiro a filmar a noite no Paraná. (Alvetti, 2005).

1 Teatro Hauer era a principal casa de espetáculos da época em Curitiba. (Alvetti, 2005)

2 Aparelho destinado a registrar imagens, a projetar sobre uma tela animadas. – Em 1890, Marey criou um aparelho que podia tomar até 16 fotos por segundo; em 1890, Edison inventou o seu cinetoscópio, que permitia fazer desfilar diante de um elevador um filme com fotografias, cuja sucessão dava a ilusão do movimento. Em 1895, os irmãos Lumière apresentaram seu aparelho de projeção, o cinematógrafo. Fonte: Dicionário de Língua Portuguesa Kinghost. http://www.kinghost.com.br/dicionario/cinematografo.html Acesso: 21 out. 2007.

3 Os irmãos Louis e Auguste Lumière, franceses, clamam terem sido os primeiros a projetarem uma imagem em movimento com sua invenção: o cinematógrafo. Na apresentação pública de 28 de dezembro de 1895 no Grand Café do boulevard des Capucines, em Paris, o público viu, pela primeira vez, filmes como La Sortie des ouvriers de l'usine Lumière (A saída dos operários da fábrica Lumière) e L'Arrivée d'un train en gare (Chegada de um trem à estação), breves testemunhos da vida cotidiana. Fonte: http://www.moviecom.com.br/cinema/ Acesso: 21 out. 2007.

4 Foi o primeiro jornal verdadeiramente republicano em Curitiba, a 15 de março de 1886, como órgão do Clube Republicano. O jornal, que era abolicionista, dedicou artigos a favor dos escravos, inclusive publicava anúncios de advogados que estavam interessados em defender gratuitamente os mesmos. Além disso, também incentivava os demais à fuga. (Graf, 1988)

A Segunda Época 1931~1968

Alvetti (2005) pontua que esse período foi dominado por produções para o Governo. A atuação do Departamento de Imprensa e Propaganda do Paraná (DEIP), monopolizou produção e profissionais nos cinejornais oficiais entre 1932 e 1945. Desta forma, as produções ficaram muito dependentes do Governo. Nas décadas seguintes as produções ainda continuaram dependentes do Estado e as filmagens eram, na sua maioria, cenas de registros de eventos oficiais.

O primeiro laboratório com som no Paraná foi construído por Eugênio Felix, na década de 40. (Back, 1967). Felix, como muitos cinegrafistas da época, também trabalhou para o DIP, e foi um dos principais realizadores dos cinejornais locais. Era proprietário de uma produtora chamada a Companhia Cinematográfica Paranaense. (Santos, 2005).

O pesquisador Francisco Alves dos Santos (2005) destaca a importância de Wladimir Kosak para o cinema paranaense.  O cinegrafista realizou, juntamente com o antropólogo José Loureiro Fernandes, da Universidade Federal do Paraná, um clássico do documentário Os índios Xetás na serra dos dourados (1953/54). O documentário também é importante por registrar o cotidiano da hoje extinta tribo do noroeste do Estado. Além disso, Kosak fez diversos registros sobre o patrimônio ambiental do Paraná: o litoral, os campos gerais, as regiões oeste e noroeste, os núcleos de imigrantes, entre outros.

Os anos 50 foram marcados por tentativas frustradas de produzir longas-metragens de enredo 5. Esse sonho foi realizado, apenas na segunda metade da década de 60, com o lançamento de três longas, quase que simultaneamente: Senhor Bom Jesus da Cana Verde (1967), Maré Alta (1968) e Lance Maior (1968). Gabrielângelo Caramore, que era frei capuchinho, e Juracy Garanhani foram os diretores do primeiro longa, na cidade de Siqueira Campos. (Santos, 2005).

Nesse período surge o grande nome do cinema paranaense, Sylvio Back, que começou com curta-metragem em 1964 e, em 1968, dirigiu o segundo longa-metragem de enredo do Paraná, Lance Maior. Nesta mesma época começam a se desenvolver debates nos cineclubes, mesmo que timidamente. (Alvetti, 2005). Sylvio Back faz um breve relato sobre o panorama do cinema na década de 60:

Até hoje não vingou um longa-metragem sequer no Paraná. Em compensação, ao longo de mais de sessenta anos, Curitiba se viu filmada e testemunha a atividade de várias pessoas – praticamente desconhecidas da nova geração – que audaciosamente se entregaram à realização de filmes. Quase todos preferiram captar realidade, desprezando a fita de enredo. Fizeram momentos históricos, acontecimentos sociais, registraram a evolução da cidade, suas ruas (...).
(BACK, 1967:10)

Apenas no final da década de 60 que o Paraná começa timidamente a produzir seus longas-metragens. Ainda assim, os curta continuariam dominando o mercado paranaense.

5 É considerado longa-metragem as produções que tenham 70 minutos ou mais. Fonte: http://www.ancine.gov.br/media/GLOSSARIO_ANCINE_2005_1.0.pdf Acesso: 21 out. 2007.

A Terceira Época 1969~1991

No final da década de 60, a produção de documentários continua predominante, mas começa a dividir espaço com filmes de enredo. (Alvetti, 2005)

Em 5 de janeiro de 1973, criada pela Lei Municipal n° 4545, nasceu a Fundação Cultural de Curitiba “com a abrangente tarefa de formular a política cultural do município”. (Mendonça, 1996: 23).  De maneira precária, a Fundação, que se instalara no Teatro Paiol, desenvolvia projeções de cinema no teatro. Em torno dela se formou um grupo de interessados que acabou gerando a Cinemateca.

Em 1975 foi inaugurada a Cinemateca do Museu Guido Viaro, além de cursos, conferências e seminários sobre cinema, a instituição teve projeção nacional com pesquisa e recuperação de filmes antigos. (Mendonça, 1996). 

Como observa Celina Alvetti, as ações da Cinemateca e o movimento superoitista, desencadearam uma renovação estética, “daí os projetos sustentados na experimentação, marcadamente alternativos em pensamento e no uso dos meios de produção”. (ALVETTI, 2005:07) Alguns realizadores nesse movimento foram José Augusto Iwersen, Fernando Severo e os irmãos Wagner, todos pioneiros da animação paranaense.

Santos (2005) explica que a facilidade do manuseio do equipamento do Super-8 e os custos baixos fizeram com que esse período se caracterizasse por um aumento nas produções de filmes no Estado. Alguns filmes começam a ganhar prêmios nos principais festivais, como Dzien Dobre Panie (1974), de Ivens Fontoura, Pensamentos (1975), de Wellington Carlos, cineclubista em Maringá, Cidade dos Executivos (1978), dos irmãos Wagner, dentre outros.

O autor ainda revela que os festivais tiveram papel importante na expansão do movimento Super-8. Em abril de 1975 foi realizado em Curitiba o I Festival Brasileiro do Filme Super-8, coordenado por Sylvio Back. Outro festival que permitiu o intercâmbio de informações e consolidação do movimento local foi A Mostra Nacional de Filme em Super-8, da Escola Técnica Federal do Paraná, antigo CEFET, que contou com a ajuda da Cinemateca. Este último evento teve cinco edições – de 1975 a 1979.

Em março de 1976, na cidade de Londrina, é fundada a Associação Londrinense de Cineastas Amadores - ALCA. Em julho de 1979, em Curitiba, é criada a Associação Brasileira de Documentaristas, Setor Paraná - ADB-PR. E em 1982, também na capital, surge a Associação de Cineastas do Paraná - ACIPAR.

Nos anos 1980, o vídeo entra em cena, barateando ainda mais as produções. Alvetti (2005) salienta que, nesse terceiro período o cinema documentário paranaense não se atem apenas ao descritivo, como nos períodos anteriores, mas se volta ao posicionamento político, à denúncia, ao questionamento. Entre os exemplos citados por Alvetti, estão: Quarup Sete Quedas (1983) que mostra a preocupação ecológica, política e social de Frederico Fullgraff  e Mato eles? (1982), de Sergio Bianchi, sobre questão indígena.

A Quarta Época 1992~2002

Em 1992 é criada a Associação de Cinema e Vídeo de Curitiba  - AVEC. Após a recessão de produção com as medidas do ex-presidente Fernando Collor de Melo, o Paraná começa a produzir com as novas leis de incentivo. A Lei de Incentivo ao Audiovisual , a Lei Rouanet e a Lei Municipal de Incentivo à Cultural de Curitiba, todas de 1993, possibilitaram a retomada das produções no Estado.

Além dos incentivos fiscais, a mão-de-obra também começou a se profissionalizar com a criação de cursos livres de cinema, como a Academia de Artes Cinematográficas - Artcine (1998), O Núcleo de Cinema da PUC (1993), o Curso Especialização de Cinema da Universidade Tuiuti do Paraná (1996) e as oficinas de cinema do Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba (1996). Também encontramos cursos no interior do Estado como em Londrina, Umuarama e Cascavel. (Santos, 2005)  

Para Alvetti, a quarta época é caracterizada por realizadores que constroem “uma trajetória consistente, artisticamente, transitando entre o documental e o ficcional com igual inventividade” (ALVETTI, 2005:10). Ela cita como exemplo Luciano Coelho com O fim do ciúme (2001). O período é caracterizado por predominar produções de curtas-metragens 6, excetuando os filmes de ação que são feitos em Cascavel, no oeste do Paraná. (Santos, 2005)

Fernando Severo é o expoente que marca a passagem entre a quarta e quinta época do cinema curitibano, com Visionários (2002). Segundo Alvetti, este filme se caracteriza por “articular ao documental um experimentalismo”, influenciando uma nova geração de realizadores curitibanos.

Em 2001 surge o Sindicato da Indústria Audiovisual do Paraná - SIAPAR. Com o objetivo de lutar pelo desenvolvimento da indústria audiovisual paranaense, teve importante papel na aprovação da Lei de Audiovisual do Paraná de fevereiro de 2004. (Santos, 2005)

6 É considerado longa-metragem as produções que tenham 70 minutos ou mais. Fonte: http://www.ancine.gov.br/media/GLOSSARIO_ANCINE_2005_1.0.pdf Acesso: 21 out. 2007.

A Quinta Época 2003~

Com a evolução dos equipamentos e entrada do cinema digital, os custos de produção diminuem. Com isso, problemas como distribuição e circulação dos trabalhos, devem ser superados, senão em todo, mas em parte, principalmente com o uso da Internet. (Alvetti, 2005) 

Segundo Alvetti, pela primeira vez registra-se mais curtas-metragens de enredo do que documentários e vários longas-metragens estão sendo realizados. Nos anos 2000, o Paraná registrou cerca de vinte trabalhos em cinema por ano. Mas ela admite: 

Reconhece-se a identidade do cinema curitibano predominantemente voltada ao cinema documentário e ao curta-metragem - uma produção artesanal, carente de condições de mercado, canais de distribuição e exibição e, conseqüentemente, visibilidade e reconhecimento do púbico. (ALVETTI, 2005:13)

Mesmo com tantas dificuldades nunca se fez tantos longas-metragens no Paraná como hoje. Isso pode ser observado pelo número de produções em andamento no Estado – até o momento 16 estão em processo de produção, finalização, em exibição nas salas de cinema e circuitos alternativos ou em fase de lançamento 7. Entretanto, se comparado com grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro, a produção local não é muito expressiva.

7 Dados citados pelo Presidente da AVEC Guto Pasko, em entrevista para o site JM News em 30 de março de 2008. Disponível em: http://www.jmnews.com.br/?acao=ler&id_nots=13315&cat=3

Referências

ALVETTI, Celina. Cinema do Paraná - elementos para uma história. In: 3º Encontro Nacional da Rede Alfredo de Carvalho, 2005, Novo Hamburgo. GT de História da Mídia Audiovisual, 2005.

ALVETTI, Celina. O cinema Brasileiro na Crônica Paranaense dos Anos Trinta. Dissertação de Mestrado. Escola de Comunicações e Artes da USP. São Paulo, 1988.

ALVETTI, Celina; KANO, Clara Satiko. Pátria Redimida: Um filme revolucionário. Cinema Brasileiro: 8 estudos. Rio de Janeiro: MEC/EMBRAFILME/FUNARTE, 1980.

BACK, Sylvio. Cinema Paranaense? Revista Panorama. Ano XVII. N 175. Curitiba, 1967.

CARVALHO, Giselle Maria Lozza; SAVAZZI, Wânia; NASSER, Patrícia Maria Meirelles. O Cinema em Curitiba - 1897 à 1912. Cadernos de Pesquisa N. 4. Fundação do Cinema Brasileiro. Rio de Janeiro: Lidador, 1988.

CESARO, Caio Julio. Hikoma Udihara, um samurai no ocidente. Dissertação de Mestrado. Faculdade Cásper Libero. São Paulo, 2001.

KARAM, Elizabeth; STECZ, Solange. Com Annibal Requião, nasce o cinema no Paraná. Cinema Brasileiro: 8 estudos. Rio de Janeiro: MEC/EMBRAFILME/FUNARTE, 1980: 89 a 107.

MENDONÇA, Mai Nascimento. Fundação Cultural de Curitiba. Boletim Informativo Casa Romário Martins. Curitiba: Fundação Cultural de Curitiba, volume 23, n° 114, dezembro 1996.

SANTOS, Francisco Alves. Dicionário de Cinema do Paraná. Curitiba: Fundação Cultural de Curitiba, 2005.

STECZ, Solange (coord). Referências sobre filmagens e Exibições Cinematográficas em Curitiba 1892 - 1907.Curitiba: Fundação Cultural de Curitiba. Ano 03. Boletim Informativo n° 19. Junho 1976.


Salve Flossco

Segunda-Feira, 26 de setembro de 2016.

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Casting para série televisiva

Segunda-Feira, 14 de março de 2016.

A Diadorim Filmes está com casting aberto para a série televisiva RAREFEITO. A produção está à procura de atores e atrizes negros e negras, que se encaixem nos perfis abaixo:

 

Pós-Graduação em cinema da UP sorteia brinde

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O curso de pós-graduação Cinema: Projetos, Processos e Reflexões, da Universidade Positivo, está sorteando o livro CAO (Cosac Naif, 2015), dedicado ao artista Cao Guimarães, um dos professores do curso.

 

Produção do filme "Você ainda não está morta" abre campanha no Kickante

Quinta-Feira, 25 de fevereiro de 2016.

Foi lançada na semana passada, campanha no Kickante (financiamento coletivo) para arrecadar fundos para a finalização do filme "Você ainda não está morta".

 

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O Cineclube Cinemateca exibe amanhã (20) o filme francês "A árvore, o prefeito e a mediateca" (L'arbre, le maire et la médiathèque, 1992/França,105’). A sessão acontece às 16h e a entrada é gratuita.

 

Grafo procura ator para novo longa-metragem

Sexta-Feira, 19 de fevereiro de 2016.

A Grafo Audiovisual abriu seleção para o longa-metragem "O filho eterno". A produção está à procura de menino entre 8 e 14 anos com síndrome de down, e é necessário ser de Curitiba.

 

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A Caliente é uma festa organizada pela Ana Johann e Carol Roehrig que acontece amanhã (19), na Paradis Club.

 

Produtora de "O menino e o mundo" faz campanha de financiamento coletivo

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A produtora Filmes de Papel, do diretor Alê Abreu, lançou campanha de financiamento coletivo para promover "O menino e o mundo", primeiro filme brasileiro indicado a concorrer ao Oscar na categoria melhor animação.

 

Espaço de Arte oferece Oficina de Audiovisual para novas Mídias

Terça-Feira, 16 de fevereiro de 2016.

O Espaço de Arte oferece, em fevereiro, a Oficina de Audiovisual para novas Mídias, o curso visa compreender a Produção Audiovisual como ferramenta de comunicação universal, com apelo artístico e/ou de entretenimento, através de seu retrospecto histórico e cultural; além de capacitar sua realização prática, através do ensinamento de seus fundamentos.

 

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Terça-Feira, 16 de fevereiro de 2016.

A Universidade Estadual do Paraná - Campus de Curitiba II - FAP divulga edital com data para inscrição para a 4ª Turma de Pós-Graduação Lato Sensu em Cinema, com ênfase em Produção.